domingo, 11 de outubro de 2026
DNJ reúne Juventude
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
São Jerônimo — Biografia
São Jerônimo, cujo nome completo era Eusébio Sofrônio Jerônimo, nasceu em Estridão, na Dalmácia, região correspondente à atual Croácia, por volta de 340–347. Pertencia a uma família cristã e recebeu uma sólida formação cultural. Em Roma, estudou gramática, retórica, filosofia e línguas clássicas.
Após o batismo, dedicou-se cada vez mais à oração, à vida ascética e ao estudo das Sagradas Escrituras. Por alguns anos viveu como eremita no deserto de Cálcis, próximo de Antioquia, onde aprofundou seus conhecimentos de grego e hebraico. Foi ordenado sacerdote por volta de 379.
O trabalho com a Bíblia
Em 382, Jerônimo foi chamado a Roma pelo Papa Dâmaso I, que o escolheu como secretário e conselheiro. O Papa confiou-lhe a tarefa de revisar as traduções latinas existentes da Bíblia.
Mais tarde, em Belém, Jerônimo dedicou cerca de quatro décadas ao estudo e à tradução dos textos bíblicos. Trabalhou diretamente com os textos hebraicos e gregos, produzindo traduções para o latim. Esse grande trabalho ficou conhecido como Vulgata, palavra relacionada a “comum” ou “popular”.
A Vulgata exerceu enorme influência na Igreja do Ocidente durante muitos séculos e, ainda hoje, permanece uma referência fundamental para a tradição bíblica latina.
Um grande estudioso da Palavra
São Jerônimo também escreveu comentários bíblicos, cartas, tratados e obras históricas, tornando-se um dos grandes estudiosos das Escrituras da Igreja antiga. Sua vida foi marcada pela convicção de que conhecer a Bíblia é essencial para conhecer Cristo.
É atribuída a ele a célebre afirmação: “Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo.”
Últimos anos e morte
Jerônimo viveu seus últimos anos em Belém, dedicando-se à oração, ao estudo e à escrita. Morreu em 30 de setembro, por volta do ano 420. Sua memória litúrgica é celebrada nesse dia. A Igreja Católica o reconhece como Presbítero e Doutor da Igreja, e ele é especialmente associado aos estudos bíblicos e à tradução das Sagradas Escrituras.
São Jerônimo para nós
A vida de São Jerônimo deixa uma mensagem muito atual: a Palavra de Deus não deve apenas ser estudada, mas acolhida, compreendida e vivida.
Por isso, sua memória encerra tradicionalmente o Mês da Bíblia, celebrado no Brasil durante setembro.
São Jerônimo, apaixonado pela Palavra de Deus, rogai por nós e ensinai-nos a amar, estudar e viver as Sagradas Escrituras!
sábado, 27 de junho de 2026
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Segundo a tradição, um comerciante levou o ícone para Roma no século XV. Antes de morrer, ele pediu que a imagem fosse colocada em uma igreja para que todos pudessem venerá-la. Após algum tempo, o ícone foi exposto na Igreja de São Mateus, onde se tornou famoso pelos muitos relatos de graças alcançadas.
Com as guerras no final do século XVIII, a igreja foi destruída, e a imagem permaneceu escondida por muitos anos. Em 1866, por ordem do Papa Pio IX, o ícone foi confiado à Congregação do Santíssimo Redentor, com a missão: "Fazei-a conhecida no mundo inteiro." Desde então, os missionários redentoristas difundiram essa devoção pelos cinco continentes.
O significado do ícone
O ícone é rico em simbolismo:
Maria segura o Menino Jesus com ternura e segurança.
Jesus contempla os instrumentos de sua futura Paixão, apresentados por dois anjos.
Uma das sandálias do Menino aparece desprendida, simbolizando o susto diante do sofrimento e a confiança no amparo de sua Mãe.
O fundo dourado representa a glória e a presença de Deus.
Festa
A memória litúrgica de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é celebrada em 27 de junho, quando milhões de fiéis participam de novenas, missas e procissões, pedindo a intercessão daquela que é invocada como Mãe do Perpétuo Socorro.
A oração diante desse ícone expressa a confiança de que Maria conduz todos os que recorrem a ela até seu Filho, Jesus Cristo, fonte da verdadeira esperança e salvação.
sexta-feira, 12 de junho de 2026
História da Devoção ao Sagrado Coração de Jesus
A devoção ao Jesus Cristo tem suas raízes no próprio Evangelho, especialmente quando contemplamos o amor de Cristo manifestado em sua vida, paixão, morte e ressurreição. O lado aberto de Jesus na cruz, do qual brotaram sangue e água (Jo 19,34), foi visto pelos cristãos como sinal do amor infinito de Deus pela humanidade.
Nos primeiros séculos da Igreja, santos e teólogos meditavam sobre o Coração de Cristo como fonte de misericórdia e salvação. Durante a Idade Média, essa devoção foi aprofundada por santos como Santa Gertrudes de Helfta e Santa Matilde de Hackeborn, que destacaram o amor do Coração de Jesus em suas experiências espirituais.
A devoção tomou forma definitiva no século XVII, por meio das revelações recebidas por Santa Margarida Maria Alacoque, no mosteiro de Paray-le-Monial. Entre 1673 e 1675, Jesus teria mostrado seu Coração ardente de amor e pedido que fosse difundida uma devoção especial em reparação pelas ofensas cometidas contra Ele.
Entre os pedidos feitos por Jesus à santa destacam-se:
- A prática da Comunhão nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos.
- A Hora Santa de adoração na noite de quinta para sexta-feira.
- A instituição de uma festa litúrgica em honra ao Sagrado Coração.
- A reparação pelos pecados da humanidade.
Um grande incentivador dessa devoção foi São Cláudio de La Colombière, diretor espiritual de Santa Margarida Maria, que ajudou a divulgar a mensagem recebida por ela.
Com o passar dos séculos, a devoção espalhou-se por toda a Igreja. Em 1856, Papa Pio IX estendeu a Festa do Sagrado Coração a toda a Igreja Católica. Mais tarde, em 1899, Papa Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus, fortalecendo ainda mais essa espiritualidade.
Atualmente, a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus é celebrada na sexta-feira após a Solenidade de Corpus Christi. Ela recorda aos fiéis que o amor de Cristo é inesgotável, misericordioso e aberto a todos.
Mensagem central da devoção
"Eis este Coração que tanto amou os homens e que deles não recebe senão ingratidões."
A devoção ao Sagrado Coração convida os cristãos a responderem ao amor de Cristo com fé, confiança, reparação e caridade para com o próximo. Ela também está intimamente ligada ao Apostolado da Oração e à prática da consagração pessoal e familiar ao Coração de Jesus.
domingo, 22 de março de 2026
Visita Fraterno-Pastoral
No último sábado (21), aconteceu na Casa Bethânia das Irmãs Franciscanas do Imaculado Coração de Maria a reunião da Ordem Franciscana Secular de Campinas, da Fraternidade São Francisco de Assis.
Na ocasião, tivemos a alegria de receber a Visita Fraterno-Pastoral da Coordenadora do 3º Distrito, Fátima Victal, e da Irmã Maria Luiza.
Após o café fraterno e a oração inicial, Irmã Maria Luiza destacou a importância do Ano Santo do Trânsito de São Francisco, lembrando que esta celebração não é apenas para a Família Franciscana, mas para toda a Igreja.
Em seguida, foi realizada a avaliação das atividades desde a última Visita Fraterno-Pastoral, fortalecendo o compromisso e a caminhada da fraternidade.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
História de Santo Tomás de Aquino
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Confraternização OFS Campinas
Aconteceu no último sábado (17), na casa do Irmão Professo Geraldo, o primeiro Encontro da OFS Campinas – Fraternidade São Francisco de Assis.
Na ocasião, realizou-se o Rito de Admissão ao período de Formação dos irmãos Edilson e Vanderlei, conduzido pela Ministra Ângela, com a presença do Assessor Espiritual do Regional, Frei Paulo.
Após o rito, a palavra foi passada ao Frei José Carlos (Frei Zeca), que conduziu a palestra formativa, introduzindo a Fraternidade na celebração dos 800 anos da Páscoa de São Francisco Assis.
O encontro foi finalizado com um momento de confraternização entre os irmãos.
Confira as fotos no link: https://photos.app.goo.gl/hhFoAFzgBcGmZtY17